quinta-feira, 12 de março de 2009








Rock


A música rock (ou simplesmente rock) é um termo abrangente para definir gênero musical popular que se desenvolveu durante e após a década de 1960. Suas raízes se encontram no rock and roll e no rockabilly que emergiu e se definiu nos Estados Unidos da América no final dos anos quarenta e início dos cinqüenta, que evoluiu do blues, da música country e do rhythm and blues, entre outras influências musicais que ainda incluem o folk, o gospel, o jazz e a música clássica. Todas estas influências combinadas em uma simples estrutura musical baseada no blues que era "rápida, dançável e pegajosa".

No final dos década de 1960 e início dos anos setenta, o rock desenvolveu diferentes subgêneros. Quando foi misturado com a folk music ou com o blues ou com o jazz, nasceram o folk rock, o blues-rock e o jazz-rock respectivamente. Na década de 1970, o rock incorporou influências de gêneros como a soul music, o funk e de diversos ritmos de países latino-americanos. Ainda naquela década, o rock gerou uma série de outros subgêneros, tais como o soft rock, o glam rock, o heavy metal, o hard rock, o rock progressivo e o punk rock. Já nos anos oitenta, os subgêneros que surgiram foram a New Wave, o punk hardcore e rock alternativo. E na década de 1990, os sub-gêneros criados foram o grunge, o britpop, o indie rock e o nu metal.

O som do rock muitas vezes gira em torno da guitarra elétrica ou do violão e utiliza um forte backbeat (contratempo) estabelecido pelo ritmo do baixo elétrico, da bateria, do teclado, e outros instrumentos como órgão, piano, ou, desde a década de 1970, sintetizadores digitais. Junto com a guitarra ou teclado, o saxofone e a gaita (estilo blues) são por vezes utilizados como instrumentos solo. Em sua "forma pura", o rock "tem três acordes, um forte e insistente contratempo e uma melodia cativante".

A maioria dos grupos de rock são constituídos por um vocalista, um guitarrista, um baixista e um baterista, formando um quarteto. Alguns grupos omitem uma ou mais destas funções e/ou utilizam um vocalista que toca um instrumento enquanto canta, às vezes formando um trio ou duo; outros ainda adicionam outros músicos, como um ou dois guitarristas e/ou tecladista. Mais raramente, os grupos também utilizam saxofonistas ou trompetistas e até instrumentos como violinos com cordas ou cellos.

O Rock and roll surgiu nos Estados Unidos da América no final da anos 1940 e início da década de 1950 e rapidamente se espalhou para o resto do mundo. Suas origens imediatas remontam em uma mistura entre vários gêneros musicais populares naquele momento, incluindo o rhythm and blues, a gospel music, o country e o western.[3] Em 1951, na cidade de Cleveland (no Estado do Ohio), o discotecário Alan Freed começou a tocar rhythm and blues para uma audiência multi-racial e a ele é creditado a primeira utilização da expressão "rock and roll" para descrever a música.[4]

Existe muita discussão sobre qual deveria ser considerada a primeira gravação rock & roll. Uma forte candidata é "Rocket 88", de Jackie Brenston e os Delta Cats (na verdade, Ike Turner e sua banda The Kings of Rhythm), gravada e lançada pela Sun Records em 1951.[5][6]Quatro anos depois, em 1955, "Rock Around the Clock" de Bill Haley se tornou a primeira canção de rock and roll a chegar ao topo da parada de vendas e execuções da revista Billboard e abriu caminho mundialmente para esta nova onda da cultura popular. Mas uma edição da revista Rolling Stone de 2004 argumentou que "That's All Right (Mama)", de 1954, o primeiro single de Elvis Presley para a Sun Records em Memphis foi o primeiro registro de rock and roll na história.[7]. Mas, àquela altura, "Shake, Rattle & Roll" de Big Joe Turner, posteriormente regravada por Haley, já estava no topo da parada R&B da Billboard. Outros artistas que lançaram os primeiros sucessos do rock and roll foram Chuck Berry, Bo Diddley, Fats Domino, Little Richard, Jerry Lee Lewis e Gene Vincent.

A década de 1950 assistiu ao crescimento da popularidade da guitarra elétrica e o desenvolvimento de um estilo de rock and roll especificamente tocado por expoentes tais como Berry, Link Wray e Scotty Moore. Também viu grandes avanços na tecnologia de gravação, como a gravação multi-faixas desenvolvida por Les Paul e o tratamento eletrônico de sons por produtores musicais inovadores como Joe Meek. Todos estes avanços foram fundamentais para a influência do rock posteriormente.

Os efeitos sociais do rock and roll foram massivos e mundiais. Muito além de um simples estilo musical, o rock and roll influenciou estilos de vida, moda, atitudes e linguagem. Alguns acreditam que o novo gênero pôde ter ajudado a causa do movimento dos direitos civis nos EUA, porque tanto jovens brancos quanto negros apreciavam a nova música. No entanto, até o início da década de 1960, grande parte do impulso inicial musical e do radicalismo social do rock and roll tinha se dissipado, com o crescimento de ídolos teen, uma ênfase nas danças frenéticas e o desenvolvimento de uma leve música pop adolescente.

Rock britânico

No Reino Unido, o movimento trad jazz levou muitos artistas do blues a visitar o país. Enquanto estava desenvolvendo o Concorde, o sucesso "Rock Island Line", de Lonnie Donegan, em 1955, foi a principal influência e ajudou a desenvolver uma nova tendência de grupos musicais de skiffle em todo a Grã-Bretanha, incluindo o Quarry Men, de John Lennon. Foi em solo britâncio que se desenvolveu uma grande cena rock and roll, sem as barreiras raciais que mantiveram a "gravações de raça" ou rhythm and blues separados nos Estados Unidos.

Cliff Richard emplacou o primeiro sucesso britânico de rock 'n' roll com "Move It", que efetivamente inaugurou o rock britânico. No início da década de 1960, o seu grupo de apoio The Shadows foi um dos vários grupos a obter sucessos instrumentais. Enquantoo o rock 'n' roll caminhava em direção a um pop leve e a baladas fora de moda, grupos de rock britânicos, fortemente influenciados por pioneiros do blues-rock como Alexis Körner, tocavam cada vez mais em clubes e bailes locais e se distanciavam do rock and roll dos brancos norte-americanos.

Até o final de 1962, a cena do rock britânico tinha ganhado grupos como Beatles debruçados sobre um vasto leque de influências que incluiam a soul music, o rhythm and blues e a surf music. Inicialmente, eles reinterpretaram sucessos-padrão norte-americanos, tocados para dançarinos de twist, por exemplo. Esses grupos acabaram introduzindo em suas composições originalidade, som distinto e conceitos musicais cada vez mais complexos. Em meados de 1962, os Rolling Stones foram um dos numerosos grupos surgidos e que mostravam uma influência blues cada vez maior, juntamente com os Animals e os Yardbirds. No fim de 1964, as bandas The Kinks, The Who e The Pretty Things representavam o novo estilo Mod. Perto do final da década, grupos de rock britânico começaram a explorar estilos musicais psicodélicos que faziam referência a subcultura das drogas e experiências alucinógenas.

Surf music

O rockabilly influenciou um som selvagem e principalmente instrumental chamado surf music - apesar da cultura surf se considerar concorrente da cultura juvenil do rock and roll. Este estilo, que tem como grandes exemplos Dick Dale e os Surfaris nos EUA e os Shadows, caracterizou-se por tempos musicais rápidos, percussão inovadora e sons de guitarra com reverbes e ecos. Grupos da Costa Oeste norte-americana como The Beach Boys e Jan and Dean reduziaram a velocidade dos tempos musicais e adicionaram harmonias vocais que criaram aquilo que ficaria conhecido como o "California Sound".

Folk rock


A cena folk foi feita de amantes da folk music que gostavam de instrumentos acústicos, de canções tradicionais e de blues com uma mensagem socialmente progressista. O cantor Woody Guthrie é considerado o pioneiro deste sub-gênero. Bob Dylan encabeçou o movimento musical e levou a um grande público canções como "Blowin' in the Wind" e "Masters of War", chamadas de "canções de protesto".

O grupo The Byrds, que regravou Mr. Tambourine Man, também de Dylan, auxiliou na difusão da tendência do folk rock e a estimular o desenvolvimento do rock psicodélico. Dylan emplacou "Like a Rolling Stone" no topo da parada norte-americana de singles da Billboard. A inventividade das letras de Neil Young, associadas aos gemido de sua guitarra, iniciaram uma variação do folk rock.

Dentre outros artistas de destaque do folk rock norte-americano, estão Simon & Garfunkel, Joan Baez, The Mamas & the Papas, Joni Mitchell, Bobby Darin e The Band. Na Grã-Bretanha, o grupo Fairport Convention foi o primeiro a adaptar as técnicas do rock britânico ao folk. Foram seguidos por bandas como Steeleye Span, Lindisfarne, Pentangle e Trees. O francês Alan Stivell seguia a mesma abordagem.

Rock psicodélico


A música psicodélico surgiu dentro da cena folk, quando o grupo The Holy Modal Rounders popularizou o termo em 1964. Com um conhecimento adquirido que incluia as músicas folk e jug band, grupos como Grateful Dead e Big Brother & The Holding Company fizeram fama neste sub-gênero. O auditório The Fillmore, em San Francisco, foi um dos principais palcos para grupos - originalmente de jug band - como o Country Joe and the Fish e Jefferson Airplane. Em outra parte, enquanto o grupo The Byrds emplacava o hit "Eight Miles High", a banda The 13th Floor Elevators batizava seu disco com o nome "The Psychedelic Sounds of the 13th Floor Elevators". A música ficava cada vez mais associada à oposição à Guerra no Vietnã.

Na Inglaterra, o grupo Pink Floyd vinha desenvolvendo desde 1965 o rock psicodélico dentro da cultura underground local. Em 1966, surgiu a banda Soft Machine o cantor Donovan emplacou "Sunshine Superman", canção influênciada pela folk music, que se tornou uma das primeiros gravações pop psicodélicas. Em agosto daquele ano, os Beatles lançaram Revolver, álbum caracterizado pela psicodelia nas faixas "Tomorrow Never Knows" e "Yellow Submarine", assim como a memorável capa do disco. Ao mesmo tempo, nos EUA, os Beach Boys "respondiam" com o LP Pet Sounds. A partir de uma bagagem cultural blues rock, o grupo Cream estreou em dezembro e Jimi Hendrix fazia sucesso em terras britânicas antes de retornar para o solo norte-americano.

A cena psicodélica verdadeiramente engatou em 1967 com os lançamentos de LPs como Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, e Their Satanic Majesties Request, dos Stones, além dos álbuns homônimos de estréia das bandas The Doors e Jefferson Airplane. Com o Verão do Amor atingindo seu pico, o Festival Pop de Monterey destacou as performances de Jefferson Airplane e apresentou Janis Joplin e Jimi Hendrix. O auge desta tendência de grandes festivais de rock foi o Festival de Woodstock, em 1969. Bandas da cultura Paisley Underground de Los Angeles também se destacaram neste cenário pós-final de década.

Glam metal


Na década de 1980, o rock popular se diversifou. Este período também viu uma Nova Onda do Heavy Metal Britânico ganhar popularidade com bandas como Iron Maiden e Def Leppard. A primeira metade daquela década viu Eddie Van Halen realizar inovações musicais com a guitarra, enquanto os vocalistas David Lee Roth (do Van Halen) e Freddie Mercury (do Queen, tal como havia feito durante toda a década de 1970) estiveram na linha de frente dos artistas mais performáticos. Concomitantemente, um New Wave mais pop permaneceu populares, com artistas como Billy Idol e The Go-Go's atingindo fama. No coração dos Estados Unidos, o rock popularizou nomes como Bruce Springsteen, Bob Seger, Donnie Iris, John Cougar Mellencamp e outros. Com o álbum "Reckless", Bryan Adams seguia rumo a uma bem-sucedida carreira comercial. Liderador pelo cantor folk Paul Simon e pelo antiga estrela do rock progressivo Peter Gabriel, o rock se fundiu com uma variedade de estilos de música popular ao redor do mundo. Esta fusão ganharia o nome no mundo anglo-saxão de "world music" e incluiu fusões como rock aborígene. Ainda naquela década, formas mais estremas do rock evoluiram. No início dos anos oitenta, o som áspero e agressivo do thrash metal atraiu um grande público underground. Algumas bandas como Metallica e Megadeth caminharam em direção ao sucesso comercial.

Um dos sub-gêneros mais populares da década de 1980 foi o glam metal. Influenciado por vários artistas do hard rock/heavy metal da década anterior, tais como Aerosmith, Queen, Kiss, Alice Cooper, Sweet e New York Dolls, a primeira leva de bandas de glam metal que ganharam notabilidade foram: Mötley Crüe, W.A.S.P., Ratt, Poison, Quiet Riot, além da mais conhecida delas -mas formada nos anos setenta-, Kiss. Ficaram conhecidos pelo estilo de vida excessivo, que se refletia no vestuário, na maquiagem e nos cabelhos espalhafatosos. Suas canções também eram geralmente focadas na tríade sexo, bebidas e drogas.

Em 1987, surgiu uma nova geração de artistas do glam metal, entre os quais Bon Jovi, L.A. Guns, Poison e Faster Pussycat. Formado a partir da fusão de integrantes do L.A. Guns e do Hollywood Rose, os Guns N' Roses emergiram desta cena glam rumo a um grande sucesso comercial, embora eles não sejam categorizado como uma típica banda de glam metal como as demais citadas neste tópico.



Rock, popular, reggae

, popular, América 1978 Liv e Ao
Andre Kostelanetz 1979 Superman the movie Música de
Andy Narell 1981 Slow motion New Age
Andy Summers 1987 X Y Z Pop
Burt Bacharach 1983 T he best of Burt Bacharach
Coc omotion 1977 El coco Dance
Dav id Gilmor 1988 Abou t face Rock
Depe che Mode 1990 Vilato r
Depeche Mode 1989 Depech e Mode 101 Ao vivo/ duplo
Donna Summer 1976 A trilogy Dance
Fleetwood Mac 1981 Live Po p Ao vivo
George Winston 1984 Win ter into spring New Age
George Winston 1980 Aut umn New Age
Giorgio Moroder 1978 Mid night Express New Age Música de cinema
Ice 1986 Measu re for measure
Jean- Luc Ponty 1980 Mysti cal adventures New Age
Jean-Luc Ponty 1987 The gist of time New Age
Jean-Luc Ponty 1981 Fabul es New Age
Jean-Luc Ponty 1976 Auror a New Age
Jean-Luc Ponty 1978 Cosmi c messenger New Age
Jean-Luc Ponty 1977 Enigm atic ocean New Age
Jean-Luc Ponty 1979 A taste for passion New Age
Jean-Luc Ponty 1979 Live New Age Ao vivo
Jean-Luc Ponty 1980 Civil ized evil New Age
Jean-Luc Ponty 1989 Story telling New Age
Jean-Luc Ponty 1977 Imagi nary voyage New Age
Jean-Luc Ponty 19810 Open mind New Age
Jean-Luc Ponty 1988 Indiv idual choice New Age
Jean-Luc Ponty/Stephane Grappelli 1987 V iolin summit New Age
Jean- Michael Jarre 1988 Revol utions New Age
Jean- Michael Jarre 1976 Oxyge ne New Age
Jean- Michael Jarre 1988 Zoolo ok New Age
Jean- Michael Jarre 1978 Equin oxe New Age
Jean- Michael Jarre 1986 Rende vous New Age
Jean- Michael Jarre 1984 The concerts in China New Age Duplo
Jean- Michael Jarre 1981 Magne tic fiels New Age
Jean- Michael Jarre 1987 In concert New Age Ao vivo
Jean- Michael Jarre 1990 Waiti ng for Cousteau New Age
Kitaro 198 9 Ten years New Age Coletânea/ duplo
Kitaro 19 810 Live in Asia New Age Ao vivo
Klaus Doldinger/ Giorgio Moroder 1988 "A história sem fim" Música de cinema
Mark Knopfler 1981 Ca l Pop Música de cinema
Mark Knopfler 1983 Lo cal hero Pop Música de cinema
Mark Knopfler 1987 Th e princess bride Pop Música de cinema
Men at work 1984 Cargo Pop
Neil Diamond 1984 Hea rtlight
Boys 1987 Actual ly Dance
Pet Shop Boys 1988 Intros pective Dance
Phil Collins 1981 Fac e value
Pink Floyd 1988 Delic ate sound of thunder Rock Dup lo
Pink Floyd 1987 A momentary lapse of reason Rock
Ro d Stewart 1983 Bod y wishes Pop
Rod Stewart 1981 Ton ight I'm yours Pop
Sade 1988 Stronger than pride
Santana 1987 Blues for Salvador Pop
S antana 1981 Zebo p! Pop
Santana 1983 Havana moon Pop
Santa na 1979 Marathon Pop
Santana 1 986 Viva Pop Ao vivo
Santana 19 70 Abraxas Pop
Santana 1976 Am igos Pop
Sting 1987 ...Nothing like the sun Duplo
Stin g 1986 Bring on the night Duplo
Su pertramp 1987 Th e autobiography of Supertramp Pop C oletânea
Supert ramp 1984 "... famous last words... " Pop
Supertra mp 19810 Brother where you bound Pop
Supe rtramp 1980 Pari s Pop Ao vivo/duplo
The Alan Parsons Project 1984 Eye in the sky
The Alan Parsons Project 1979 The turn of a friendly card
The Love Unlimited Orchestra 1971 W hite gold Dance
Til Tuesday 1986 Wel come Home Pop
UB80 1986 Rat in the kitchen Reggae
UB80 1987 CCCP- Live in Moscow Reggae Ao vivo
UB80 1988 UB80 Reggae
UB 80 1989 Labour of love II Reggae
Vári os 1981 Atmosphe res New Age Coletânea
V ários 1988 Metro polis Coletânea /música de cinema
Vários 1 981 Fright night Coletânea /música de cinema
Vários 1 988 Windham Hill Records Sampler '88 New Age Coletânea
V ários 1988 Windh am Hill Records Piano Sampler New Age Coletânea
Ska, punk, rock, dub, reggae - tudo no Empório, Rio de Janeiro, RJ ·

A união de ritmos jamaicanos com a pegada e a energia do rock não é exatamente uma novidade. E Djangos, Dinamáquina e Hitlist vão levar esta fusão, que já fez sucesso com tanta gente em tantos momentos, para o Empório, em Ipanema - difícil imaginar uma casa na Zona Sul do Rio mais propícia pra um evento assim.

O Djangos é, há anos, uma das mais interessantes bandas do Rio de Janeiro. Combina ska, reggae, dub, rock, groove, inquietação, eletrônica, riffs de guitarra, baixos hipnóticos, enfim, o que estiver à mão. Teve seu primeiro CD, "Raiva contra oba-oba", lançado pela Warner e produzido por Tom Capone e pelo paralama João Barone. E agora prepara o novo trabalho com produção de Marcelo Yuka.

O Hitlist surgiu em Niterói com a união de ex-membros de bandas como De Falla, La Bamba e Bendis. E desde então não parou de fazer barulho com seu rock com pegada punk, direto e melódico, cheio de riffs certeiros de guitarra e influências como Stooges, AC/DC, Kiss, Ramones, Sex Pistols, Green Day e Guns n´Roses.

E a Dinamáquina vem com força desde o fim do ano passado, quando foi selecionada pelo júri do BdeBanda para participar da votação do público no festival organizado pelo Jornal do Brasil. A proposta da banda é misturar; no repertório pode se encontrar tanto Ultraje com Elvis no meio quanto um Mutantes ska ou uma versão anabolizada de Chico Buarque. Punk, surf, ska e samba fazem parte da receita.

Para os Roqueiros de Verdade do YR ROCK e pop?

Essa é para quem conhece rock de verdade, sabe apreciar um bom Heavy Metal, um bom Hard Rock e que,..., pelo amor de Deus, não me venha falar besteiras, se não gostou é só falar que não gostou, simples e objetivo.

Descobri essa banda essa semana, Crucified Barbara, é uma banda de metal da Suécia formada só por mulheres baixei o mais recente trabalho delas o álbum "Till Death do us Party" e gostei pra caramba e essa é uma das músicas do álbum, gostaria que vcs vissem e me dissesem o que acham, vlw.

Lendas do Rock em festival na Alemanha

Para quem sentia saudades de várias bandas e artistas famosos que a tempos não pisavam em um palco ou não davam notícias, ou pra quem gostaria de ter a chance de ver artistas atuais tocando junto com alguns dos maiores nomes do Rock Cristão mundial, o Legends of Rock (Lendas do Rock) dará essa oportunidade para os fãs.

As bandas Bloodgood, Whitecross, Blindside, Glenn Kaiser Band, Narnia, Stavesacre, Rex Carroll Sessions (trabalho solo de Rex Carroll, guitarrista do Whitecross) e Seventh Avenue estarão juntas no festival Legends of Rock na Alemanha.

O evento deve começar as 03 da tarde e seguir até a meia noite e meia no dia 5 de Abril.




Mitos e Lendas do Rock: Paul is Dead

O mundo da música é recheado de histórias e estórias, principalmente quando abordamos o Rock and Roll. São fatos e lendas, mitos e boatos, que muitas vezes acabam se misturando, e aí, fica difícil separar a verdade da mentira. Ainda mais quando falamos de pessoas tão próximas em nossa cultura, mas ao mesmo tempo tão distantes em termos de localidade.A partir de hoje vou abordar essas lendas e mitos que povoam o imaginário dos fãs, e que abordam a vida pessoal e artística de vários grandes nomes do rock mundial.

As lendas em torno dos Beatles são inúmeras. A história, que diz que o baixista dos Beatles estaria morto é talvez uma das mais famosas ‘conspirações’ no mundo do rock, e por conseqüência a mais discutida nos meios. Milhares de pessoas acreditam que Paul McCartney estaria morto desde o início da década de 60. Reza a lenda que Paul teria falecido em um grave acidente automobilístico, na Inglaterra, que o decapitou.
Para que o sucesso do grupo não fosse abalado diante da falta do integrante original, foi escolhido um sósia para tomar seu lugar, em 1966. Fato ou lenda, o que torna a história mais intrigante são as supostas ‘dicas’ inseridas pelo grupo nas capas dos álbuns. Na capa do disco “Sgt. Peppers” é possível observar uma mão aberta sobre a cabeça de Paul, enquanto que seu baixo está rodeado de flores. Como se não bastasse, os mais aficcionados pela tal história garantem que se colocarmos um espelho no bumbo, deixando transparecer apenas a metade superior da frase ‘Lonely Hearts’, a frase se transforma em ‘He Die’ (algo como ‘Ele Morre’).
Nesta mesma capa ainda aparecem flores formando o nome ‘Beatles’ em vermelho. Em baixo estaria um caixão. Mas o mais surpreendente são as flores amarelas, na forma de um Contra-Baixo, instrumento de Paul. E está disposto de forma contrária, uma vez que Paul era [sic] canhoto. Alguns também identificaram a letra ‘P’. A obsessão dos fãs pela história de que Paul estaria morto ganhou proporções gigantescas, tendo se transformado em livros, filmes, documentários e até mesmo dossiês.
O grande ‘responsável’ pela teoria foi um DJ de uma rádio de Detroit, que afirmou que Paul fora substituído por um sósia chamado William Campbell, escolhido pelo grupo, por ter um grande talento com o instrumento. O fato [sic] foi divulgado em 1969 e se alastrou pelo mundo. Até mesmo no Brasil, em outubro de 2000, a Mostra Internacional de Cinema em São Paulo apresentou o filme ‘Paul is Dead’. Outra referência à morte de Paul estaria na capa de “Abbey Road” (foto). A imagem do álbum traz os quatro Beatles atravessando uma avenida, em uma faixa de pedestres.
Segundo análises, a figura dos Beatles andando em linha simbolizaria o funeral de Paul. John Lennon aparece na frente, vestindo branco. Ele então seria o padre ou o médico. Ringo Star, em segundo, trajando preto, seria o agente funerário. Paul, de paletó, seria o falecido, enquanto que George Harrisson, vestido informalmente, seria o coveiro. Como se pode observar na figura, um carro está disposto bem na direção de Paul. Na Inglaterra, como a posição de direção é na esquerda, o carro então já o teria atingido.
O carro de polícia parado na rua dá parece atender alguma ocorrência, no caso, um acidente de trânsito. Porém três fatos chamam maior atenção dos ‘pesquisadores’ da história:
  1. Paul sendo canhoto está segurando um cigarro em sua mão direita.
  2. Na Inglaterra, os mortos costumam ser sepultados descalços. Paul é o único que ‘desfila’ sem sapatos.
  3. Seus olhos estão fechados.

Além disso, existem outras referências estranhas, como a inscrição da placa de um fusca branco: LMW 28IF. As letras iniciais significariam algo como “Linda McCartney Weeps” (Linda McCartney Chora) ou “Linda McCartney Widow” (Linda McCartney Viúva). Os números, seguidos das iniciais “IF”, seriam uma menção à “28 years IF alive” (28 anos SE vivo). Em uma parede onde está escrito “Beatles – Abbey Road” aparecem alguns furos. Se ligados, os furos formam o número 3, dando a entender que seriam então ‘3 Beatles’.

Em outro álbum, “Magical Mystery Tour”, uma foto do encarte traz os quatro Beatles vestindo paletós brancos. Na lapela de três deles pode-se observar um cravo vermelho. Um único cravo preto está na lapela de Paul. Existem outras diversas referências a esta lenda, como falas em músicas, ou trechos que, quando reproduzidos inversamente reproduzem frases alusivas à suposta morte de Paul McCartney.

É claro que existe muito fanatismo em tudo isso, mas são no mínimo estranhas tantas referências inseridas nas obras dos Beatles sobre tal história. Paul McCartney está hoje com 66 anos. Se for ele ou não, tudo depende de sua crença. Os Beatles sempre negaram tal fato, mas, com toda certeza, não deixaram de se divertir com a história


Lendas Do Rock

Rolling Stones terminam turnê em Londres

Os Rolling Stones terminaram no domingo, em Londres, sua turnê mundial de dois anos, deixando para os fãs a dúvida se este foi o último